Associação Faros d’Ajuda se manifesta sobre processo administrativo e defende continuidade do trabalho em Bragança Paulista
Com atuação voltada à proteção animal há quase duas décadas, a Associação Faros d’Ajuda divulgou posicionamento público sobre um processo administrativo relacionado à gestão do abrigo de animais em Bragança Paulista. A entidade afirma ter sido impedida de participar de uma licitação por se tratar de uma instituição sem fins lucrativos e defende a continuidade do trabalho desenvolvido ao longo de sua trajetória.
Segundo a associação, cerca de 600 cães e gatos dependem atualmente dos serviços oferecidos, que incluem resgate, tratamento veterinário, castração e encaminhamento para adoção. Os animais atendidos, em sua maioria, são vítimas de abandono, maus-tratos ou doenças.
No posicionamento, a Faros destaca que o processo em andamento é de natureza burocrática, mas argumenta que a eventual substituição da entidade não deve ser tratada apenas como uma mudança contratual. Para a associação, a experiência acumulada ao longo de quase 20 anos representa um patrimônio importante para a causa animal no município.
A instituição também aponta que a superlotação do abrigo é um problema estrutural, ligado principalmente ao abandono e à baixa taxa de adoção, e não à falta de assistência. Nesse contexto, a entidade avalia que uma interrupção do trabalho poderia impactar a rede de proteção animal da cidade.
Por fim, a Faros d’Ajuda reforça que seu posicionamento busca garantir continuidade, responsabilidade e respeito às ações voltadas ao bem-estar animal, defendendo a permanência da instituição no atendimento aos animais acolhidos.
Até o momento, não houve manifestação oficial do poder público sobre o posicionamento divulgado pela entidade.

